Marcos
Milhazes
Amarração
em nó de esteira
Fadigas de
egos medonhos,
leigos e
sem pressa
Sempre
lentos nos desejos de festa
Construção
de arrimo em pedras de mão
Acho que
não!
Estrutura
madura e curada
Feita com
carinho nunca desaba.
Veja
querida!
A
experiente estrada vagante, sempre como
antes.
O mar de
vagas impetuosas que nunca molha
As almas
encharcadas em águas passadas, que nunca
secam.
São
navegantes trôpegos em corrente só de ida
Jamais
saberão o que é ter amor a vida
O seguro
nó de marujo engajado,
quando
molhado nunca desata.
Daí minha
cara metade, o tempo não tem idade
Determina
sempre o ato de unir ou desatar
Então, que
sejas no seu intento feliz & sagaz.
Ainda ha
tempo!
Porque não
trata nossa união com jeito de paz...
Marcos
Milhazes***