Dorival C. Fernandes
Foi tudo tão derrepente... quase um
acidente.
A despedida da noite e como num açoite
Ele aconteceu.
Esse beijo tão espontâneo qual um
sucedâneo
Remédio da minha alma e que me acalma
Ficou... permaneceu.
A inda posso sentir um doce fremir
O roçar da rubra pele, macia, suave...
leve
Que me extasiou
Não teve bis e bem que desejei, como
quis.
Todavia ainda espero... e como eu quero
Outro igual, àquele que você deixou.