Cervantes andarilhos
da bonança
Giram suas moendas
no sentido da vida
Vangloriando
intercalados horizontes
Na maestria dos
campos silvestres!
A luz que por vezes
queima a pele
É a mesma que
ilumina o amanhecer!
Quixotes apanhadores
do livre arbítrio
Cevam suas atitudes
nas colinas do conhecimento
Exaltando a cor da
expressão nos talados
Adormecidos em
pecados sem remissão!
A espada que quebra
o cálice
É mesma que
reverencia o irmão!
Nômades borrifadores
de um novo tempo
Conduzem seus arcos
nas restas da vida
Exclamando a
aparição do verso perdido,
Aquele que sofreu na
paixão e venceu no amor!