Velho é o reflexo do meu olhar...
Quando com passos lentos e cansados, galga a
plenitude e incorre na liberdade
aprisionando vidas e sentimentos, emoção e
alegria.
Assim na veracidade do que sou, espelho
minh’alma, crédula discípula da verdade...
Paz e alegria se fazem metas.
Parto na infindável busca dos meus porquês,
sem rebeldia, apenas objetivamente busco no
oculto de mim e do universo, o mistério da
consciência, para que se cumpram os
desígnios de outrora.
No meneio das horas agasalham-me os negros
cabelos da noite, a negritude acorda medos
contidos nos abissais da alma, mas da fé se
faz o aprendizado e em antigas eras encontro
meu olhar
Curvo-me à prepotente força da noite, quando
preposteram-se astroas, despertando as
estrelas que luzem meus caminhos...
Também desperto
para encontrar o que sou.
Sandra