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Sandra M. Julio
Pelas esquinas do tempo, nos escombros de
antigas horas, falsidade e desamor caminham
por ruas de inveja...
Traquinas, cavalgam em ventos de discórdia
oferecendo sob a tutela de cartas e e-mails,
rubras e envenenadas maçãs.
A pequenez de certas almas, não são
descritas nem no apocalipse, assim sendo
assustam desavisados sorrisos que, vagam na
ingenuidade de promessas, porém na magnitude
do amor são desintegradas em horizontes de
amizade e perdão.
Nada, nada é mais forte nem mais digno que o
Amor...
É através dele, alimento de todas as
gerações, que renascemos a cada dia,
florescendo o santuário d’alma.
Assim sendo, fica aqui a esperança, o sonho
e o desejo, de que um dia o eterno possa
nascer do efêmero, para que Amor projete o
divino, além de si mesmo...
Sandra
14/03/07
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Editado no Recanto das Letras
Código do texto:T1656490
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