Na mansuetude que transborda em cada amanhecer
Aprendo a paz, que brinca entre luz e cores.
Quando o sol acorda mansamente no horizonte
adormecendo a noite,
Desalinham-se os sonhos e as certezas.
Despertando no deambular da madrugada dúvidas
e incertezas
A avidez e o cotidiano revelam-se nessa
paisagem.
Descortina o porvir no contínuo equilíbrio da
natureza.
Defrontando-se com novos caminhos,
experiências e percursos
que nos fazem crescer e evoluir.
Comandantes
do nosso rumo e das nossas escolhas,
Responsáveis por cada
ato e palavra.
Como escultores do
nosso destino,
Iniciamos um novo
dia a cada amanhecer.
Sandra
23/07/04
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Editado no Recanto das Letras
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