No silêncio que esparge a quietude da
solidão,
Ouço as angelicais cantigas do
tempo...
Perdidas na imaginação de incontáveis
vidas
Que transmutam o conhecimento do
universo
Para o simples ato do amar...
Busco pelos horizontes perdidos as pegadas do
teu caminhar,
Embora enredada nos labirintos da saudade,
Encontro cenários por onde teus olhos pousaram
apressados.
Embriago-me no perfume alvissareiro do
passado...
Numa busca enlouquecida pelos carinhos
Perdidos nos áridos desertos da tua ausência.
Oculto cansadas letras que ainda procuram por
ti.
Vicejando sonhos, que ainda brincam em
minh'alma
Impulsionando a esse encontro sagrado.
As estrelas cederam seu brilho, para iluminar
meu caminho.
No luar, ainda ecoa o suspiro que leva o teu
nome.
Desperta para meus versos, pois
Ainda ouço sorrisos que permeiam minha
lucidez...
Guardo-te em cada sonho...em cada ilusão...
Até que possas perceber a imensidão do meu
amor.
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