Vestida de flores, inebriada pelo
perfume saudade;
Deixo que este amor devasse minh'alma,
perdido segredo,
Afrontando sonhos, invejosos devaneios,
tolo medo
Rabiscando pesares, repletos de uma
fadigada realidade.
Vestida de flores, descuidada em
encantos, pudesse eu agora,
Desabrochar primaveras, antigas eras,
onde a mim sorrias
Entre beijos, alquebrado de emoções,
tortura que vigora...
Choro hoje a hipocrisia de outrora e
padeço solitária.
Mártir deste tresloucado amor, projeto
sagrado
Onde tagarelas noites segredam teu nome,
doce momento
Por onde, alforriada, a alegria se faz
desejo, doce e delicado.
Impotente escrava sangro letras repletas
de ilusões...
Sonho desfeito em lodo, catastrófico
evento
Por onde uma vida se esvai retorcida em
turbações.
Sandra
26/12/2011