Que será de ti...
Galgando horizontes, perdido entre
luares,
Aflita alma entre descompassados sonhos,
Claustros desejos caminhando outros
lábios
Na insegurança da saudade, triste
convento
Guardando meu canto, angustia e lamento.
Que será de ti...
Que será de mim...
Sem asas, para a ti encontrar.
Chora o rouxinol, no abraço de estrelas,
Soluça a noite em minh'alma triste
Enquanto teu nome, em minha voz, geme.
Sandra
11/06/2010