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Sandra M. Julio
Quem
sabe
um dia, deixes de ser saudade
Sangrando
em meus poemas...
Cicatrizando letras
que refletem tua falta.
Quem
sabe
um dia, possamos escrever as
notas
deste fado
Na
mansuetude do tempo...
Unindo num horizonte, as paralelas
dos nossos destinos.
Quem
sabe
um dia, leias nas entrelinhas dos meus versos,
Meus sonhos que só a ti sonham...
E as
carências que minh’alma
chora.
Quem
sabe
um dia, entendas esse amor
Que
ilumina meus caminhos inspirando meus versos...
No
silencioso grito das minhas
palavras.
Quem
sabe
um dia, quem
sabe...
Sandra
24/04/2010
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Editado no Recanto das Letras
Código do texto:
T 2216825
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