Em meu olhar, o azul da saudade
reflete os tons do teu nome,
Matizes onde amanhecem dúcteis
lembranças e paisagens rutilam
Esta fatigante e inútil espera,
parto de todos os amanhãs...
Em meus lábios, apenas o brilho de
beijos que nunca me deste
Oasis onde oferto carentes lágrimas,
incontidos desejos,
Florescidos na distância, fiéis à
maturidade do tempo.
Recostada em sonhos, na penumbra da
solidão,
Encontro-me, no soluçar de horas
vazias, a ti buscar...
Choro estrelas, cúmplices lamparinas
de regresso.
Sandra
20/10/2010