D’onde vem esta tresloucada
saudade
Que atormenta teu final de
semana...
Bem sabes meu lugar, habitual
realidade
Onde um belo ator, meu dia
profana.
É
um eterno picadeiro, sem
cortinas
Cabendo à dança das horas, a
bonança...
Profetisa zombeteira a quem
abominas
Mas que tu’alma submissa,
endossa.
Entre os olhares provocantes da
noite
Onde o luar cintila sem convite
Vamos então, juntos brindar,
E
a segunda, comemorar...
Sandra
04/04/2010