Pelas
treitas da noite, dispo do silêncio,
palavras...
Rimas que
sem aval contornam teu nome.
Saudade...
Olhar pousa antigas fotografias
Embaçadas
por uma lágrima disforme
Por tantas
e tantas esperas...
Teu sorriso
vaga, enigmático, por minha história,
Numa íntima
nostalgia grafada em eras,
Vidas, onde
meus passos reconhecem os teus
Entre os
acordes de uníssonos olhares, magia ilusória
Que beija
as madrugadas dos sonhos meus.
Neste
desatino deambula a razão...
Invisível
aos teus olhos, também carentes,
Suplicando
meus lábios num toque de emoção
Despudorada, onde digitais sapientes
Cicatrizam
silêncio e saudade,
Num
pernoite de realidade.