Assim soltam-se os
laços...
Sem choro nem
abraços,
Apenas seguem,
cabisbaixos
Ante a realidade,
desfechos.
Foram sonhos, beijos,
uma vida
Dilacerada, truncada,
partida...
Nem uma lágrima na
despedida,
Apenas, uma alma
partida.
Desfaz-se o mito...
Coração cala seu
último grito,
Ouvindo em ecos do
infinito
O adeus
d’um amor prescrito.
Apenas mais um sonho,
ilusão,
Fantasia de um antigo
verão.
Na servidão do dia,
se faz escuridão...
Eclipse da solidão.
Sandra
03/02/07