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Sandra M.
Julio
Morrem os poetas, quando as estrelas
esquecem de luzir seus versos... Porém, se lágrimas refletem gotejantes
rimas no orvalho das madrugadas, Renasce inspiração, paixão e a emoção. Tolo é o coração poeta, seu alimento são
impossíveis sonhos, Que passeiam pelas sarjetas da noite em
ferozes trovoadas, Despertando raios de ilusão. Chora o coração palavras, letras e
desvarios... Saciando saudade e mágoas caladas,
mutiladas Ébria de mistério e dissensão.
Assim falecem rimas na solitária madrugada
dos meus olhos, Quando a distância perpetua inócuas
jornadas, Fazendo d’alma solidão.
Sandra
28/04/06
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Editado no Recanto das Letras
Código do texto:
T1648848
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