Sandra M. Julio
As horas passam lentas entre maldições e
preces...
É como se ainda aqui estivesses,
Fazendo de mim um vórtice insano,
Embriagado de esperança e desengano.
Perdidos entre teus silêncios desaparecem
Os tolos sonhos, que entre nuvens
desfalecem...
Solitária sigo
nesta partida
Sem conhecer despedida.
Ao te ver na curva estrema do tempo,
Minh’alma
entristece,
E as horas, o pranto umedece...
Insanos desencantos soltos ao vento,
Bradam à saudade que me devora,
Depois, vociferando adeus... Chora.
Sandra
25/10/05
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Editado no Recanto das Letras
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T737122