Nas estrelas, brilhando
sonhos
Perdidos em horizontes
distantes...
Nas lágrimas, gotejando
saudade
Das difusas horas que não
vivi...
Nas trôpegas entrelinhas dos
meus versos,
Labirinto disforme d'uma
existência.
Ou mesmo, no silêncio das
tuas palavras...
Ouço-te...
ADEUS.