Acima de tudo, sinto tua falta...
Quando meus versos murmuram ternuras,
E as rimas se perdem, na leve ânsia de um
beijo.
Pousam em meus olhos sorrisos...
Folhas de um outono trazem lembranças
Em complacentes versos onde habita
o desejo.
Rumorejam ondas em procelas de saudade...
Sorriem-me naus de solidão.
No abraço da noite desperto sonhos,
Espargindo a pretensa exatidão da
realidade.
Entreabro ocultas ilusões, resistências e
contenções
O silêncio torna-se verbo nos lábios do
tempo...
Sorvo de cada estrela o néctar, embriagada
Desmedida...
Declaro-me anjo a luzir teus versos.
Sandra
18/02/05
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Editado no Recanto das Letras
Código do texto:
T549773