O melodioso
canto
dos
pássaros
trouxe-me
lembranças,
Tantas...
E
um
nebuloso
silêncio, gritou
teu
nome.
Ignorei
dúvidas,
naveguei
certezas...
Neste
barco
desvirginei o
anoitecer, e
Singrando
entre
sonhos,
segui...
Só.
As
palavras
exorcizaram medos,
E o
silêncio persistiu.
Os
ventos
calaram-se numa onda
distante,
Trovões
silenciaram
horas...
Livre
de
amarras
seguiu a
noite
entre
pontiagudos
recifes,
Tentei
recuar
perigos,
era
tarde...
Gaia
já
havia parido
em
mim,
o
amor.
Ungindo-me
com
os
prelúdios
do
tempo
Batizando
com límpidas
águas
de
carinho.
Entre
galáxias
estelares,
sigo
mares
de
saudade.
Sigo
horizonte,
navegando tua
ausência...
Beijando-te
nos
olhos
da
noite.