Sigo o rumo da primavera que
desabrocha
Brincando no tempo... Entre poemas que não escrevi.
Encontro-te em lágrimas e sorrisos na lembrança desperta
Seguindo o rumo dos sonhos meus...
Esqueci tuas doces palavras foliando em meu coração.
Teus sorrisos ainda brincam no entardecer da imaginação.
Quando ouço nossas canções perdidas entre os dourados cachos do luar,
O tempo adormece e a saudade se perde num beijo que nunca aconteceu.
Entre os passos lentos do vento encontro teu perfume perambulando em sonetos
de primavera.
Compostos pelo germinar das sementes.
Estelar-te-ei em canteiros de esperança, em jardins de sonhos no éden da
ilusão,
Para iluminares a estrada da minha vida.
Em passos lentos a chuva desempenhará seu papel, fazendo com que a terra mãe
reviva em cada flor...
Contudo...
Aos raios pedirei, para queimarem e destruírem a semente da palavra Adeus.
Pois só assim, nunca mais nela tropeçarei.