Este
desmedido silêncio, germina inquietudes
Choro a
ausência que se desdobra no tempo,
e vasculha a
solidão da minh'alma.
Com amor e a
ternura implícita em cada palavra
tento
desfazer os nós do silêncio que persiste.
lenta agonia que
grita tua falta,
quando
rabisco tua imagem em sonhos e fantasias.
Ou, quando
imagino o sabor do teu beijo e
a textura da pele
a roçar a minha...
Perco-me do
silêncio que habita o eco do teu amor,
Desfolhando a
primavera dos sonhos que insistem e renascer.
Reconstruo o
outono entre perfumes e folhas,
na tormenta
que incita a certeza...incerta.
Vã
tentativa de compreensão...
Sei porem, que
és a alegria que perdura e vivifica
na noite que
adormece o ocaso de mim.