Fez-se o silêncio...
Na moldura da solidão concebo
versos...
Germinados na imaginação que respira
tua falta
em cada inequívoco amanhecer.
Creio, que num adejar
tênue encontrar-te-ei.
Não importa o tempo, posto que é
relativo.
Não importa qual vida, posto que a
alma é una.
Importa sim o amor... chama
eterna...
A desnudar num murmúrio, a confissão
silenciosa,
da saudade que sinto de ti.