Sandra M. Julio
Ouço um violão que chora
A saudade que comigo mora.
Quando leio teu nome, no lume das
estrelas
Acende em minh'alma...
Lágrimas escrevem poesias
Em imperfeitas melodias.
Pela memória passeiam imagens,
Sonhos e desejos em doces
aragens.
Espelho-me no luar dos teus olhos
Em doces abraços...
Valsando emoções que bailam no
tempo,
Acompanhando o sussurro do vento,
Entrelaçados ao pensamento
Que espargistes da lembrança.
Porem, presente nesta dança
De enigmas desencontrados,
De sonhos revelados,
Na cantiga antiga
de um meigo violão.
Sandra
25/09/04
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Editado no Recanto das Letras
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