Apazigua a saudade que insiste em
permanecer.
Supra-me as carências que dilaceram a
alma,
Abraça meus olhares distantes, segura-me
os sonhos...
Ouça-me o silêncio, seca minhas lágrimas
com sorrisos.
Decifra-me no esmaecer de cada dia, expungindo dúvidas.
Num momento infindo escuta-me o coração...
Permita que dos meus versos emane sedução
Grafitados em tons de malícia
Nunca saídos da garatujem dos sonhos.
Veja-me nas pálpebras de cada anoitecer,
clandestina da própria nostalgia que
alicia, seduz
a pretensa serenidade desse amor.