O
vento emana o perfume da sua ausência,
A fragrância inebria o abismo da saudade
Embriagando lágrimas ...
O
tempo pára esquecido.
Sigo num redemoinho de emoções ensandecido
No
frêmito desse vendaval...
A
solidão vaga peregrina...
Em
minha alma lapidada e sofrida
Perdida em procelas e calmarias.
Dispo-me nesse desassossego sem fim,
Unindo-me às gretadas lágrimas do vento,
Que
ecoam enclausuradas nos bastidores de mim.